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O nada quotidiano / Zoé Valdés ; trad. Serafim Ferreira.

Autor principal: Valdés, Zoé, 1959- Autor secundário: Ferreira, Serafim, 1939- Idioma: por..Publicação: [Lisboa] : Círculo de Leitores, 2000.Descrição: 157,[2] p. ; 21 cm.ISBN: 9724221806.Resumo: Ela chega de uma ilha que desejou construir o paraíso... Assim começa, e assim acaba, este romance cru e desesperado de Zoé Valdés, indubitavelmente a voz mais original e expressiva surgida na América latina, nos últimos anos. Pátria, a protagonista, chama-se assi m porque nasces no ano em que a Revolução triunfou em Cuba. Representa a primeira geração dos que nasceram e cresceram num sistema q ue deveria banir para sempre a injustiça. Porém, os anos goram passando e o paraíso prometido torna-se um inferno de frustação e pen úria, de apatia e desespero, do qual todos, adeptos e cépticos, amigos e inimigos, se sentem prisioneiros. Perante a desoladora real idade, Pátria, que prefere que lhe chamem Yocandra, procurana escrita, com a raiva que se segue à impotência, um caminho que a liber te di aneaçador vazio. Revoltando-se contra a submissa paixão que a liga a dois homens, o Traidor e o Niilista, Yocandra submerge-se no labirinto do nada e escreve, sobre si própria e sobre os outros, sobre o quotidiano e o banal, sobre o passado e o presente, para se vingar, escreve até que as palavras se apoderam dela e a empurram para um futuro desconhecido e incerto, no qual brilha ténue a última luz da esperança. Lista(s) em que este item aparece: DESTAQUE - Cuba
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Tipo de documento Localização Cota Estado Data de devolução Código de barras Reservas
Texto Texto Biblioteca Municipal de Carnaxide
Sala de Adultos - Ficção
ROM ROM-EST VAL (Ver prateleira) Disponível 030147175
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Ela chega de uma ilha que desejou construir o paraíso... Assim começa, e assim acaba, este romance cru e desesperado de Zoé Valdés, indubitavelmente a voz mais original e expressiva surgida na América latina, nos últimos anos. Pátria, a protagonista, chama-se assi m porque nasces no ano em que a Revolução triunfou em Cuba. Representa a primeira geração dos que nasceram e cresceram num sistema q ue deveria banir para sempre a injustiça. Porém, os anos goram passando e o paraíso prometido torna-se um inferno de frustação e pen úria, de apatia e desespero, do qual todos, adeptos e cépticos, amigos e inimigos, se sentem prisioneiros. Perante a desoladora real idade, Pátria, que prefere que lhe chamem Yocandra, procurana escrita, com a raiva que se segue à impotência, um caminho que a liber te di aneaçador vazio. Revoltando-se contra a submissa paixão que a liga a dois homens, o Traidor e o Niilista, Yocandra submerge-se no labirinto do nada e escreve, sobre si própria e sobre os outros, sobre o quotidiano e o banal, sobre o passado e o presente, para se vingar, escreve até que as palavras se apoderam dela e a empurram para um futuro desconhecido e incerto, no qual brilha ténue a última luz da esperança

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