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08/15, 4º vol.

Hoje / Hans Hellmut Kirst ; trad. Adams Zielinski.

Autor principal: Kirst, Hans Hellmut, 1914-1989.Autor secundário: Zielinski, AdamsIdioma: por..Menção da edição: 2ª ed.Publicação: Lisboa : Europa-América, imp. 1975.Descrição: 403 p. ; 19 cm.Coleção: Século XX, 70.Resumo: “08/15 – Hoje é a continuação da célebre trilogia que o autor escreveu sobre a Alemanha militarista e nazi com o título genérico de 08/15. Hans Hellmut Kirst deu a esta obra o subtítulo de Romance do Bundeswehr, esclarecendo ele próprio qual fora a sua intenção ao escrevê-lo: «Não escrevi um romance contra Bundeswehr. Quis simplesmente lançar um grito de alarme.» Baseando-se em factos e situações autênticas, Kirst revela-nos o soldado, a sua vida caserna, a sua vida privada. Ele não hesita em fustigar as tradições apodrecidas, a burocracia, a obediência cega que degrada o homem e faz dele um simples objeto. Virá talvez a propósito recordar o final de um diálogo de duas personagens de outro livro de Kirst A Guerra: a Herbert Asch, que declara: «Deve haver outra Alemanha pela qual valha a pena morrer.» Kolwaski responde: «Talvez haja mesmo um dia, uma Alemanha pela qual será um prazer viver!» ” .Assunto - Nome comum: Romance estrangeiro -- Autores alemães Lista(s) em que este item aparece: Livros que Abril Libertou
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08/15-Heute

“08/15 – Hoje é a continuação da célebre trilogia que o autor escreveu sobre a Alemanha militarista e nazi com o título genérico de 08/15. Hans Hellmut Kirst deu a esta obra o subtítulo de Romance do Bundeswehr, esclarecendo ele próprio qual fora a sua intenção ao escrevê-lo: «Não escrevi um romance contra Bundeswehr. Quis simplesmente lançar um grito de alarme.» Baseando-se em factos e situações autênticas, Kirst revela-nos o soldado, a sua vida caserna, a sua vida privada. Ele não hesita em fustigar as tradições apodrecidas, a burocracia, a obediência cega que degrada o homem e faz dele um simples objeto. Virá talvez a propósito recordar o final de um diálogo de duas personagens de outro livro de Kirst A Guerra: a Herbert Asch, que declara: «Deve haver outra Alemanha pela qual valha a pena morrer.» Kolwaski responde: «Talvez haja mesmo um dia, uma Alemanha pela qual será um prazer viver!» ”

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