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Recreações do homem sensivel : ou collecção de exemplos verdadeiros e patheticos, nos quaes se da hum curso de moral / M. Arnaud ; trad. do original por Antonio de Moraes Silva.

Main Author: Arnaud, François Thomas Marie de Baculard d', 1718-1805.Secondary Author: Silva, Antonio de Morais, 1755-1824Language: por.Publication: Lisboa : Na Of. de Simão Thaddeo Ferreira, 1788.Description: 4 v. ; 15 cm.Abstract: É a tradução para português de uma obra de um escritor francês de finais de Setecentos, que na altura era bastante conhecido, mas de quem hoje pouco ou nada se sabe, excetuando o nome: François-Thomas-Maria de Baculard d’Arnaud. Já no que se refere ao tradutor dessa obra para a língua portuguesa, António Morais Silva, é uma figura sobejamente conhecida entre nós, principalmente devido ao Dicionário que é vulgarmente chamado Dicionário de Morais, mas cujo nome autêntico é Dicionário da Língua Portuguesa. António de Morais Silva nasceu no Rio de Janeiro provavelmente em 1756 e morreu no Recife em 1824. Frequentou a Universidade de Coimbra onde se bacharelou em Direito e por causa de um processo inquisitorial que lhe moveram teve de se exilar em Londres, onde trabalhou numa revisão do Dicionário de Bluteau. Regressou a Portugal talvez em 1788, onde publicou em Lisboa a sua versão de uma História de Portugal, escrita por uma sociedade de literatos ingleses. Foi desembargador da Relação da Baía, mas resignou por desentendimentos com o chanceler e foi para Pernambuco, onde adquiriu um engenho e foi nomeado capitão-mor do Recife. Por documentos posteriormente publicados, parece inferir-se que Morais teve inclinações deístas, influenciado por Voltaire, Rousseau, Mirabeau e outros. Em 1817 foi surpreendido pela revolução de Pernambuco e com a noticia de que tinha sido nomeado ministro do governo provisório. Recusou o lugar, por nunca ter tido qualquer ação politica e devido à sua idade e retirou-se para as suas propriedades onde faleceu completamente esquecido. Além do Dicionário e da mencionada História de Portugal, é autor de um Epítome da Gramática Portuguesa e das Recreações do Homem Sensivel…, traduzidas da obra do escritor francês D’Arnaud.Subject - Topical Name: Literatura -- Conto Online Resources:Clique no seguinte para: | Clique no seguinte para: | Clique no seguinte para: List(s) this item appears in: Memórias de Oeiras
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Consulta Local Consulta Local Colecção da Junta de Freguesia de Oeiras e S. Julião da Barra
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Não existe o 1º volume

Em rodapé: Com licença da Real Meza da Comissão Geral, sobre o Exame, e Censura dos Livros

Dedicada à Serenissima Senhora Infanta D. Carlota Joaquina, com permissão de S. Alteza

Encadernação inteira em pele.

É a tradução para português de uma obra de um escritor francês de finais de Setecentos, que na altura era bastante conhecido, mas de quem hoje pouco ou nada se sabe, excetuando o nome: François-Thomas-Maria de Baculard d’Arnaud. Já no que se refere ao tradutor dessa obra para a língua portuguesa, António Morais Silva, é uma figura sobejamente conhecida entre nós, principalmente devido ao Dicionário que é vulgarmente chamado Dicionário de Morais, mas cujo nome autêntico é Dicionário da Língua Portuguesa. António de Morais Silva nasceu no Rio de Janeiro provavelmente em 1756 e morreu no Recife em 1824. Frequentou a Universidade de Coimbra onde se bacharelou em Direito e por causa de um processo inquisitorial que lhe moveram teve de se exilar em Londres, onde trabalhou numa revisão do Dicionário de Bluteau. Regressou a Portugal talvez em 1788, onde publicou em Lisboa a sua versão de uma História de Portugal, escrita por uma sociedade de literatos ingleses. Foi desembargador da Relação da Baía, mas resignou por desentendimentos com o chanceler e foi para Pernambuco, onde adquiriu um engenho e foi nomeado capitão-mor do Recife. Por documentos posteriormente publicados, parece inferir-se que Morais teve inclinações deístas, influenciado por Voltaire, Rousseau, Mirabeau e outros. Em 1817 foi surpreendido pela revolução de Pernambuco e com a noticia de que tinha sido nomeado ministro do governo provisório. Recusou o lugar, por nunca ter tido qualquer ação politica e devido à sua idade e retirou-se para as suas propriedades onde faleceu completamente esquecido. Além do Dicionário e da mencionada História de Portugal, é autor de um Epítome da Gramática Portuguesa e das Recreações do Homem Sensivel…, traduzidas da obra do escritor francês D’Arnaud

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