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L'Alcoran / de Mahomet ; trad. par André Du Ryer.

Main Author: Maomé, Profeta, 570?- 632.Language: por.Edition Statement: Nouv. ed.Publication: A Amsterdam et a Leipzig : Chez Arkstée & Merkus, 1770/1775.Description: 2 v. : 1 frontispicio, 3 desd. ; 17 cm.Abstract: Maomé foi o fundador e profeta do Islão (Meca 570 ? – Medina, 632). Entre os fundadores das grandes religiões universalistas, M. ou Muhammad (“O Louvado”) é o mais bem conhecido historicamente. Depois de se ter casado com uma viúva rica e com cerca de 40 anos, Maomé começou a manifestar tendências para o ascetismo; retirou-se para os arredores de Meca, onde lhe apareceu um anjo que o fez ler num livro sagrado – o Corão. Inicialmente duvidou dessa revelação e foi a sua mulher Cadija, que o convenceu de que era uma revelação autêntica. Começa a esboçar-se o Livro Sagrado – o Alcorão. Maomé não se considera autor desse Livro mas sim o transmissor do seu texto. Ao iniciar a sua pregação, enfrentou muitas dificuldades e a maioria da população atacou-o, defendendo os velhos deuses da Caaba de Meca. Seguiram-se muitos anos de lutas e de perseguições entre os que aderiram à nova doutrina do Islão, que significa submissão à vontade de Alá, e os politeístas. Depois da Héjira ou retirada de Maomé e dos seus de Meca para Yatrebe, iniciou-se a guerra santa ou Jihad. Após certo tempo Maomé dirigiu-se a Meca com 1500 muçulmanos em peregrinação e, depois da rendição do seu adversário, que se converteu ao Islamismo, entrou na cidade e destruiu os ídolos da Caaba. No ano da sua morte, Maomé dirigiu a sua última peregrinação à Caaba e realizou todas as cerimónias religiosas que se fixaram na tradição islâmica. Foi a peregrinação do adeus. Regressou a Medina e aí adoeceu gravemente e morreu em 632. O tradutor para francês desta edição do Alcorão é André du Ryer, nascido na Borgonha em 1580 e falecido em 1660 ou 1672, que foi um orientalista francês; nomeado cônsul de França em Alexandria. Publicou uma Gramática Turca em latim, converteu para francês o Gulistan ou L’Empiredes Roses do poeta persa Saadi (AL 3143), o Alcorão de Maomé e deixou em manuscrito um Dicionário turco-latim.Subject - Topical Name: Alcorão Online Resources:Clique no seguinte para: | Clique no seguinte para: List(s) this item appears in: Memórias de Oeiras
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Texto Texto Biblioteca Municipal de Oeiras
Reservados
Colecção Archer de Lima AL 2161 (Browse shelf) DIGITALIZADO (Acesso restrito) 018002161
Texto Texto Biblioteca Municipal de Oeiras
Reservados
Colecção Archer de Lima AL 2162 (Browse shelf) DIGITALIZADO (Acesso restrito) 018002162
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No 1º tomo tem colada uma nota sobre Alexandre Jombert jeune, Livreiro

Encadernação inteira em pele.

Maomé foi o fundador e profeta do Islão (Meca 570 ? – Medina, 632). Entre os fundadores das grandes religiões universalistas, M. ou Muhammad (“O Louvado”) é o mais bem conhecido historicamente. Depois de se ter casado com uma viúva rica e com cerca de 40 anos, Maomé começou a manifestar tendências para o ascetismo; retirou-se para os arredores de Meca, onde lhe apareceu um anjo que o fez ler num livro sagrado – o Corão. Inicialmente duvidou dessa revelação e foi a sua mulher Cadija, que o convenceu de que era uma revelação autêntica. Começa a esboçar-se o Livro Sagrado – o Alcorão. Maomé não se considera autor desse Livro mas sim o transmissor do seu texto. Ao iniciar a sua pregação, enfrentou muitas dificuldades e a maioria da população atacou-o, defendendo os velhos deuses da Caaba de Meca. Seguiram-se muitos anos de lutas e de perseguições entre os que aderiram à nova doutrina do Islão, que significa submissão à vontade de Alá, e os politeístas. Depois da Héjira ou retirada de Maomé e dos seus de Meca para Yatrebe, iniciou-se a guerra santa ou Jihad. Após certo tempo Maomé dirigiu-se a Meca com 1500 muçulmanos em peregrinação e, depois da rendição do seu adversário, que se converteu ao Islamismo, entrou na cidade e destruiu os ídolos da Caaba. No ano da sua morte, Maomé dirigiu a sua última peregrinação à Caaba e realizou todas as cerimónias religiosas que se fixaram na tradição islâmica. Foi a peregrinação do adeus. Regressou a Medina e aí adoeceu gravemente e morreu em 632.
O tradutor para francês desta edição do Alcorão é André du Ryer, nascido na Borgonha em 1580 e falecido em 1660 ou 1672, que foi um orientalista francês; nomeado cônsul de França em Alexandria. Publicou uma Gramática Turca em latim, converteu para francês o Gulistan ou L’Empiredes Roses do poeta persa Saadi (AL 3143), o Alcorão de Maomé e deixou em manuscrito um Dicionário turco-latim

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