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Apologia a favor do R. P. Antonio Vieyra da Companhia de Jesu da Provincia de Portugal / escreveu-a a M. Sor Margarida Ignacia, religiosa de Santo Agostinho no Convento de Santa Monica de Lisboa Oriental.

Autor principal: Margarida Ignacia, Soror.Idioma: por..Publicação: Lisboa Occidental : Na Officina de Bernardo da Costa, 1727.Descrição: [24],188 p. : grav. ; 21 cm.Resumo: Esta obra de defesa em prol do Padre António Vieira, foi escrita pela Madre Margarida Inácia, religiosa de Santo Agostinho no Convento de Santa Mónica de Lisboa, contra as opiniões emitidas pela Reverenda Juana Inês de la Cruz, religiosa e poetisa mexicana, que nasceu em 1651 e morreu em 1691 ou 1695, num livro intitulado «Crisis». Nascido em Lisboa em 1608, o Padre António Vieira, ainda muito novo embarcou para a Baía, onde fez os primeiros estudos e entrou para a Companhia de Jesus. Foi professor de Humanidades e Sacerdote em 1634. Regressou a Portugal em 1641 e de tal modo se impôs como orador que D. João IV o escolheu para pregador régio. Nos anos seguintes foi à Holanda e a França com missões diplomáticas. Regressou ao Brasil onde defendeu a liberdade do índios. Pelas suas crenças sebásticas conheceu os cárceres da Inquisição. Com a regência de D. Pedro recuperou o antigo valimento e seguiu para Roma, onde deslumbrou a cúria papal com a sua palavra. Renovou a luta contra o Santo Oficio mas ao regressar a Portugal, percebeu que o regente tinha passado a protetor daquele Tribunal pelo que decidiu voltar ao Brasil, onde acabou os seus dias, em 1697.Assunto - Nome comum: Religião -- Companhia de Jesus -- Portugal | História -- Portugal Recursos em linha:Clique no seguinte para: Lista(s) em que este item aparece: Memórias de Oeiras
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Tipo de documento Localização Coleção Cota Estado Data de devolução Código de barras Reservas
Texto Texto Biblioteca Municipal de Oeiras
Reservados
Colecção Archer de Lima AL 2206 (Ver prateleira) DIGITALIZADO (Acesso restrito) 018002206
Total de reservas: 0

Em rodapé: Com todas as licenças necessarias.

Contém ex-libris de Archer de Lima.

Encadernação inteiraem pele.

Esta obra de defesa em prol do Padre António Vieira, foi escrita pela Madre Margarida Inácia, religiosa de Santo Agostinho no Convento de Santa Mónica de Lisboa, contra as opiniões emitidas pela Reverenda Juana Inês de la Cruz, religiosa e poetisa mexicana, que nasceu em 1651 e morreu em 1691 ou 1695, num livro intitulado «Crisis». Nascido em Lisboa em 1608, o Padre António Vieira, ainda muito novo embarcou para a Baía, onde fez os primeiros estudos e entrou para a Companhia de Jesus. Foi professor de Humanidades e Sacerdote em 1634. Regressou a Portugal em 1641 e de tal modo se impôs como orador que D. João IV o escolheu para pregador régio. Nos anos seguintes foi à Holanda e a França com missões diplomáticas. Regressou ao Brasil onde defendeu a liberdade do índios. Pelas suas crenças sebásticas conheceu os cárceres da Inquisição. Com a regência de D. Pedro recuperou o antigo valimento e seguiu para Roma, onde deslumbrou a cúria papal com a sua palavra. Renovou a luta contra o Santo Oficio mas ao regressar a Portugal, percebeu que o regente tinha passado a protetor daquele Tribunal pelo que decidiu voltar ao Brasil, onde acabou os seus dias, em 1697

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